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:: Kléber ::
Nome: Kléber Giacomace de Souza Freitas
Data de Nasc:12/08/83
Idade: 20 anos
Altura: 1.73 m
Peso: 72 kg
Qualidade: Humildade e honestidade.
Defeito: Sensivel
Posição: Atacante
Grupo: RZO
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25/07/2007 21:23
Achei minha senha .!!!! Nossa quanto tempo!!!!!!

enviada por ...+ JoYcE +.....
16/02/2005 11:21
ENTREVISTA COM MARCO ANTONIO ( SITE NAUTICONET)
"Kaká não, apenas Marco Antonio!"
Marcos Antonio Miranda Filho, 20 anos, ou simplesmente, Marco Antonio, é um típico filho da classe média...
Leornardo Guerreiro
Marcos Antonio Miranda Filho, 20 anos, ou simplesmente, Marco Antonio, é um típico filho da classe média paulistana. Morador do bairro do Tatuapé (Zona Leste da capital), ele começou a treinar futebol no São Paulo desde o dente de leite. Seu pai sustentava a casa como gerente de uma transportadora. Sua mãe, era formada em Letras, mas não lecionava. Abraçou os afazeres do lar. Logo,
ele chegou aos juniores e, de lá para o profissional, foi um "pulo". Nesta época conheceu, treinou junto e até chegou a substituir um dos maiores ídolos da história recente do clube: Kaká. Como era da mesma posição e diante da iminente saída do craque para o exterior, as comparações foram inevitáveis. "Seria o novo Kaká?". Porém, o ex-alvirrubro prefere se afastar das analogias. Quer ser visto de forma diferenciada, por suas virtudes e valor próprio. Ao telefone, o jogador - que tem sido utilizado como titular pelo técnico Emerson Leão - concedeu esta entrevista à Folha de Pernambuco. Nela, fala da carreira, da temporada no Náutico, do futuro e do futebol brasileiro.
Qual a importância de você ter atuado no Náutico antes de retornar ao São Paulo?
Saí daqui e, literalmente, não conhecia nada do Náutico, nem do futebol pernambucano. Depois de um ano aí, após vencer o Estadual e disputar um Brasileiro, passei a ser mais conhecido pela imprensa e pela torcida, enfim, mais falado. Pude retornar ao São Paulo, um clube maior, e ser visto como um reforço. Ganhei em maturidade.
Você soube que, enquanto atuava no Náutico, o Leão (o técnico do São Paulo, Emerson Leão) procurava informações suas?
Fiquei sabendo por vocês da imprensa, nada diretamente. Nada que ele (Leão) tivesse me ligado ou me procurado. Eu tinha contato com o pessoal do São Paulo, mas nunca falei sobre esse assunto.
Você é um jogador que veio da base do São Paulo. Já tinha atuado no time profissional antes de vir para o Recife?
Eu estreei na Copa do Brasil de 2003 e joguei também no Campeonato Brasileiro. Ao todo, foram 20 partidas, entrando dois, três minutos e, em algumas delas, como titular. Depois eu voltei aos juniores para disputar a Copa São Paulo, na qual fomos vice-campeões (perdendo a final para o Corinthians) e, em seguida, fui para aí.
Quando exatamente você chegou ao Recife? Você lembra?
Cheguei no dia 12 de fevereiro de 2004, logo depois da Copa São Paulo de Juniores.
O Náutico é um clube que também tem se preocupado com as divisões de base. O que falta ao Alvirrubro para, pelo menos, se aproximar do trabalho desenvolvido no São Paulo?
Pelo que eu vi, o pessoal não tinha lugar para treinar, corria na arquibancada, inclusive, o pessoal do infantil e do juvenil. O São Paulo tem um CT (Centro de Treinamento), com campos para a molecada treinar e poder evoluir. O Náutico até tem um CT, mas eu nunca entendi por que o pessoal não ia treinar lá. Quando construir um CT adequado, que tiver lugar para isso, vai melhorar. Acho que tem que se dar estrutura para a base porque é onde está o futuro. E não é só campo. O São Paulo fornece moradia, estudo, alimentação e todo o acompanhamento necessário.
Como é atuar ao lado de Falcão, o melhor jogador de futsal do mundo. Vocês dão alguns conselhos para ajudar na adaptação dele?
A gente sempre conversa porque eu até me surpreendi com a humildade e o jeito do Falcão. Ele se mostrou um cara totalmente dedicado e pronto para vingar no campo também. Chegou aqui e já fez amizade com todo mundo, ganhou a admiração geral. Depois dos treinos, nós sempre perguntamos se ele está tendo alguma dificuldade. Mas, para um cara com a habilidade dele não deve ser tão difícil.
Ouvi falar que o Leão tem dado uma certa liberdade a ele, para só então definir uma função. É verdade?
Ele já falou que pretende jogar na meia. É a posição que ele treina e que o Leão vem utilizando, sempre do meio para a frente. Neste setor, o Leão sempre dá liberdade para qualquer jogador que tem habilidade mostrar o que sabe.
De repente, vocês podem ser companheiros no meio-de-campo, não é?(risos)
Quem sabe? Eu tenho que mostrar muito, ele também, e tem muitos outros no elenco aptos a jogar. A briga aqui é boa e sadia.
Como é o seu relacionamento com o técnico Emerson Leão? Lembro-me que, na época do Sport, ele era bastante exigente.
E continua. Ele é muito exigente e é por isso que as coisas dão certo. Acho que se você coloca as coisas certas, exigindo e tirando sempre o máximo de cada um, como ele costuma fazer, a evolução coletiva é grande.
Recentemente, li uma matéria em que você rejeitava o rótulo de o "novo Kaká". Isso te incomoda?
Não me incomoda. Sei que é uma comparação natural pela posição, pela minha idade, pela minha estrutura familiar, independente de ser de classe média ou não. Acho que isso não influencia. O que conta, na minha opinião, é ter uma família estruturada, como ele tinha. Quando subi (para o profissional), em 2003, acabei estreando no lugar dele porque ele estava com uma lesão na coxa, logo após a final do Paulista. Então muito se falou aqui em São Paulo que eu era "o novo Kaká", o cara que iria substituir o Kaká. Prefiro ficar longe disso e tentar me apresentar de novo à torcida como o Marco Antonio, um cara que quer muito vencer na carreira e por isso foi para o Náutico. Agora que voltei, quero ser reconhecido pelo meu valor.
Mas essas comparações ressurgiram com a sua volta?
Eles sempre falam e comentam, sabe aquelas coisas do tipo "aquele menino é certinho, gosta de treinar". Tem a história da família e o pessoal quando vê um moleque bonitinho na posição de Kaká, já acha que é o "novo Kaká". Eu até admiro o Kaká. Ele é dois anos mais velho e, por isso, sempre estava numa categoria acima. Quando nos encontramos no profissional, por sermos da mesma posição, nós treinávamos juntos, mas nunca atuei com ele.
Na segunda partida da final do Pernambucano, o meia Gil Baiano havia sido expulso. Como foi para você assumir a responsabilidade de ser o articulador do time num momento em que vencer por diferença de gols significava o título?
Não fiquei preocupado com isso. Aqui no São Paulo, desde muito novo, a gente aprende a assumir isso. Vestir a camisa do São Paulo, com toda essa cobrança, já nos dá toda a noção de como lidar com isso. Então eu fui para o Náutico querendo mostrar meu valor para voltar aqui ou ir para outra equipe grande. Aquela era a minha grande chance de poder mostrar isso, que eu havia crescido, evoluído e que estava pronto para assumir responsabilidades. Era um jogo diferente, com outra motivação. O próprio clima criado, com a torcida adversária cantando vitória e a gente tendo que escutar. Tudo isso mexeu com a gente. Fomos trabalhando na semana, nos unindo e cuidando do psicológico. No dia do jogo, entrei tranqüilo e determinado a fazer o que fosse necessário. Felizmente, tudo caminhou bem.
Lembro-me da bola que bateu na bandeirinha, no lance do segundo gol. Foi muita sorte, não?
Foi pura sorte. Inédito (risos). Com três minutos, a gente ganhando de 1x0 e precisando fazer, pelo menos, dois, vou roubar uma bola e ela bate na bandeirinha (na sequência desse lance ocorreu o 2º gol alvirrubro). Era porque naquele dia tinha de ser nosso. Ali, a gente parou e falou: "Hoje pode acontecer o que for que ganharemos esse campeonato".
Os jogadores brasileiros estão saindo, cada vez mais cedo, para jogar no exterior. Quais os seus planos? Pretende seguir esse rumo?
Primeiro quero concretizar o meu sonho que é jogar aqui, o que já é difícil. Vestir a camisa do São Paulo e permanecer titular não é fácil. É isso que quero. Me firmar aqui, conquistar meu espaço, o carinho do torcedor, o respeito da imprensa e passar a ser visto com outros olhos, até por outros clubes. É claro que sonho em jogar na Europa, na Seleção Brasileira, mas isso só acontecerá se eu me firmar.
O Náutico fez um planejamento e montou uma equipe para subir à Série A. O que deu errado?
Até hoje me pergunto também. O Náutico achou as peças certas para as posições certas. Nós nos demos muito bem, com cada um completando o outro. Até nós mesmos achávamos que daria para subir para a Série A. De uma hora para outra, o Gil Baiano machucou e ficou 40 dias parado, teve aquele problema do Jorge Henrique (o jogador desapareceu do clube, por influência de um empresário, e reapareceu em Curitiba). Sabe, as coisas foram acontecendo e nós acabamos perdendo o rumo, que era o da Série A.
Os problemas salariais tiveram algum peso no fracasso?
Acredito que não, até porque, isso só foi acontecer lá pelo fim do campeonato. É difícil. Você está colaborando com o clube e espera o pagamento em dia. De repente, por algum motivo, isso não acontece. Aí, você perde um pouco o foco, que era o acesso. Eu, pelo menos, morava aí sozinho. Mas a maioria tinha família, filhos, esposa, o que é complicado. Você acaba se envolvendo com outras preocupações porque o que estava planejado não aconteceu. Isso é óbvio. Não adianta ser hipócrita e negar.
Durante a competição, veio à tona uma denúncia de que alguns jogadores do Náutico bebiam na concentração com o consentimento do técnico. O que você tem a falar sobre isso?
Não bebo, não gosto, mas também não tenho nada contra. O atleta que tem gosto por isso, se não atrapalhar, não vejo problema nenhum. Agora, tem que saber a hora certa e a quantidade também. Quando saiu essa história a gente estava há uns dez dias concentrado. Logo, se houve consentimento do treinador, foi por isso. Por estarem um tempo presos, certos jogadores que gostam e que, se estivessem em casa, estariam tomando sua cerveja ou outra bebida de sua predileção, teriam sido privados. Não haveria mal nenhum já que o jogo seria a uns cinco ou seis dias. Isso foi uma surpresa para a gente porque, se aconteceu dentro da concentração, não era nem para ter saído dali. Não sei como vazou essa informação. Não iria acrescentar em nada. Pelo contrário, só colocaria o torcedor e a imprensa contra nós num momento em que o mais importante era a união para subirmos um time de Pernambuco.
Qual a sua análise sobre a nova geração de jogadores?
É uma safra boa e que tem tudo para, com mais experiência, dar muito ao futebol brasileiro. Os melhores vão saindo para o exterior, mas vêm outros e ocupam o espaço. Nosso futebol tem muito talento a ser cultivado.
enviada por ...+ JoYcE +.....
19/01/2005 09:24
- Marco Antônio quer evitar comparações -
Na volta ao São Paulo após 10 meses no Náutico, meia será titular contra o Ituano e não quer similaridades com Kaká.

Confirmado como titular do São Paulo no primeiro jogo do Campeonato Paulista nesta quinta-feira contra o Ituano, Marco Antônio espera ter um recomeço totalmente diferente no Morumbi. O meia quer, agora, evitar comparações com outros jogadores que passaram pelo clube e provar que pode ser ídolo da torcida.
O jogador debutou entre profissionais em 2003, pelas mãos de Oswaldo de Oliveira, mas não vingou. Motivo: comparações. De imediato todos o apontaram como um possível sucessor de Kaká, que foi negociado, à época, com o Milan, da Itália.
"A comparação é natural, mas eu prefiro ficar fora disso agora. É um fato que me atrapalhou muito no começo (de carreira). O torcedor queria que eu jogasse igual ao Kaká, mas eu estava apenas começando", afirmou. "Claro que um dia quero alcançar tudo que ele conseguiu. Mas, até lá, preciso correr muito e jogar muita bola".
Agora, Marco Antônio está muito mais confiante. O jogador adquiriu muita bagagem no ano passado, quando defendeu o Náutico. "A saída foi difícil no começo, mas, após tudo que aconteceu, foi melhor ter deixado o São Paulo naquele momento. Estou voltando com status de reforço. Se tivesse ficado aqui no ano passado poderia ser mais um jogador apenas para compor o elenco", discursou.
"Você dá ainda mais valor para tudo que tem aqui", comentou o meia, que contou uma história bastante inusitada, ocorrida no dia do primeiro jogo da final do Campeonato Pernambucano contra o Santa Cruz. "Quando estávamos indo para o estádio o ônibus quebrou. Tentamos ir de táxi para o estádio, mas não passava nenhum. Aí pegamos carona com os torcedores do Náutico que estavam indo assistir o jogo", relembrou.
O são-paulino disse que, ao lado do lateral-esquerdo reserva da equipe, entrou em um Fiat Uno que já era ocupado por quatro pessoas e, antes de chegar ao estádio, o motorista do veículo ainda parou em uma casa para pegar outro torcedor. "Ninguém acreditava. Ligavam para os parentes e passavam o telefone para mim. O motorista do carro ainda ficava me cobrando por eu ter perdido um gol no clássico contra o Sport", contou o meia, que foi campeão pernambucano.
Histórias à parte, Marco Antônio comemora o início de temporada, mas sempre com os pés no chão. "É tudo que sempre quis. Passei um ano difícil, de mudança na minha vida. Agora ter essa chance de ser observado como titular. Sei que é só o começo e preciso provar para o Leão que tenho condições", afirmou.
O jogador sonha conquistar o torcedor são-paulino, assim como fez com os torcedores do Náutico nos 10 meses que ficou no clube. "A torcida do Náutico é exigente, cobra muito e quer títulos. A torcida do São Paulo não é diferente. Só vou conquistá-los jogando bem e conquistando títulos. O meu objetivo é esse neste ano", finalizou.
enviada por ...+ JoYcE +.....
17/01/2005 14:40
Bom osjogadores do São Paulo FC , se reapresentaram dia 14/01/05 ...

Foto 15/01
Marco Antonio que está de volta ao time
enviada por ...+ JoYcE +.....
10/12/2004 09:05
.....Marco Antonio já planeja 2005......
Após destacada passagem pelo Náutico, jogador está de volta e conta com o apoio de Leão
O meio-campista Marco Antonio está sendo tratado como uma das apostas do técnico Emerson Leão para a temporada de 2005. Mesmo restando dois jogos para o término do Campeonato Brasileiro, o comandante Tricolor já faz previsões sobre a participação do jogador no ano que vem.
"Ele é um meia direita com estilo parecido ao do Kaká, com o mesmo tamanho, a mesma postura, a mesma técnica e até com um chute melhor. Eu acho que o ano que vem ele vai aparecer muito bem para o São Paulo", analisa o técnico.
Marco Antonio parece já estar acostumado com as comparações com o ex-jogador são-paulino e demonstrando muita maturidade diz que prefere ficar alheio a isso.
"Logo que eu subi das categorias de base começaram as comparações. Eu prefiro não fazer isso e continuar trabalhando para quem sabe um dia eu consiga conquistar tudo o que ele conquistou", espera o jovem que já fez 20 jogos pelo Tricolor e marcou um gol.
Após uma passagem destacada pelo Náutico neste ano, onde sagrou-se campeão pernambucano, o jogador retornou ao São Paulo há pouco mais de um mês e agora só quer saber de pensar na temporada de 2005.
"Estou trabalhando forte para começar o ano que vem com o pé direito. Espero repetir as apresentações deste ano e ajudar o São Paulo a conquistar seus objetivos", prevê o meia de apenas 20 anos.
( Foto ainda no Nautico)
enviada por ...+ JoYcE +.....
04/12/2004 22:18
Leão aposta em Marco Antônio para 2005
Técnico confia no meia de 20 anos, que estava no Náutico (PE)
Para a próxima temporada o técnico Emerson Leão já pediu a contratação de um centroavante para o São Paulo. No entanto, fala-se muito que o clube estaria atrás de um meia de ligação e nomes como Petkovic, do Vasco, e Roger, do Fluminense, entre outros, já foram citados.
Leão, no entanto, perece apostar em um outro nome: Marco Antônio, de 20 anos, meia formado no próprio Tricolor e que esta temporada jogou a Série B pelo Náutico (PE).
- O Marco Antônio foi muito bem no Náutico, voltou e ano que vem vai aparecer bem para o São Paulo. Ele é um meia direita estilo Kaká, só que chuta um pouco melhor, eu acho - contou Leão, que deu férias antecipadas ao jogador.
* Nossa ele está bem heim .... ELE MERECE *
BJOS JOYCE
enviada por ...+ JoYcE +.....
09/11/2004 18:52
Niver do Marcooo...!
a gente deseja pra ele, td de bom, saúde, paz, amor...!
ah e q ele fike dessa vez no SPFC por mto tempo!!!
Bjokas =)
enviada por .. L i l i k a ..
31/10/2004 12:33
Marco de volta !!!!
O meia Marco Antônio deve se reapresentar ao São Paulo na próxima semana. O jogador, que pertence ao Tricolor, defendeu o Náutico este ano no Campeonato Pernambucano e na Série B do Brasileiro. Seu empresário, Dick Law, teve uma reunião na última terça-feira com dirigentes tricolores, quando ficou definida a volta do atleta, que ficará treinando no centro de treinamento do clube. O Náutico ainda fará uma proposta para tentar segurar o jogador. Marco Antônio desembarcou ontem à tarde na capital paulista.
enviada por ...+ JoYcE +.....
09/10/2004 21:49
Oiieee...
faz um tempão ki naum apareço por aki...
eh mas to cheia de fotos novinhas ai!
Marco Antônio e Nílson estão na seleção dos melhores.
O meia Marco Antônio mostrava a sua alegria por ter sido incluído (o goleiro Nílson também) na seleção dos melhores da Série B, em escolha da Sport Press. Fico satisfeito pelo reconhecimento. Isso só me dá mais motivação para os jogos da segunda fase.
enviada por .. L i l i k a ..
05/09/2004 19:05
Fotos Novas!!
Bjokas
...Ligia...
enviada por .. L i l i k a ..
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
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::Marco Antonio::
Nome: Marcos Antonio Miranda Filho
Data de Nasc: 09/11/84
Idade: 19 anos
Altura: 1.82 m
Peso: 71 kg
Qualidade: perseverante ,honesto e trabalhador
Defeito: Teimosia
Posição: Meio-campo
Grupo: Revelação
Filme: Sexto sentido ,Homens de honra e Duelo de titãs
Carro q anda: Golf preto
Um jogador: Zidane
:: Nós ::

Nomes: Joyce e Ligia
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